Eu não aceito nada nem me contento com pouco. Eu quero muito, eu quero mais, eu quero tudo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

:)

Dos pequenos feitos infindáveis efeitos. 
“Eu gosto dos pequenos detalhes, das coisas mais insignificantes, dos gestos mais simples...” ·.

De gostos.



Toda confusão é valida quando se existe pretextos.
E quais pretextos temos para a confusão? O que realmente confundi, distorce, inebria?
Gosto de sentir o amargo da incerteza do confuso, gosto dessa vontade de vomitar que sinto toda vez que estou confuso.
Minhas confusões são sempre as mesmas, sempre. Elas têm sempre começo meio, começo e meio, começo e meio... Nunca se finda, não é cíclica, é rotativa em meia volta, vai do nível 1 ao 3 e nunca fecha o par.
Sou bem confuso ao expressar todo o meu sentimento de posse, a se desfazer dele em um minuto, a me apegar por mais dois ou três dias, a fingir que nada aconteceu e dar risada do acaso, a chorar desesperadamente por cinco minutos, de ligar pra qualquer um e fazer o maior drama de todos os tempos, fazer o maior drama de todos os tempos e me revestir da comédia que esse drama se torna.
Gosto do incerto do que eu gosto, alias, da incerteza das coisas que eu gosto, ou não gosto, ou penso que gosto, ou só finjo que gosto por puro... Puro o que mesmo?

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Creio, não nego,entrego quando quiser.




Volta e meia me pergunto quais são os reais motivos que nos levam a crer em alguém.
Quais são nossas reais expectativas e porque raios ainda esperamos muito mais do que aquilo que os outros realmente tem à oferecer?
Meus pensamentos acerca da temática de veras estão se esgotando, e concluem-se sempre na crendice de pessoas realmente vivas e isentas de malicia e maldade, ou basicamente pessoas ilustradas.
A verdade, porém, é bem única: pessoas vivem apenas por si, para viver e blá... Esse é o real e normal sentido.
A analogia é simples, contudo, confusa, se resume na razão de um comportamento egoísta de defesa, ou coisa de lei do cão, da sobrevivência, cabe a mim adaptar-me ou não a esse comum senso egocêntrico, que na verdade nada mais é que um escudo protetor dos fracos.
Voltando a questão da fé depositada em outrem, isso é algo que parece, pelo menos não por inteiro, ser descartado da composição de uma essência, porém, é preciso aprender a ponderar a quantidade exata de uso para não desandar a receita. (Maldito moralismo imposto).
Seria interessante , fácil, doce, se toda essa entrega ao que não é espelho fosse ao menos infimamente reciproca, o que certamente levaria ao caos , de forma a todo o contexto sair do controle, estabelecendo relações infinitas de confiança e dando fim a todo o misticismo das confidencias e segredos e tudo isso seria disperso como areia fina em ventos fartos.]
Na verdade a confiança mutua não é algo que realmente me interessa, eu comecei a escrever esse texto pensando em entrega, e termino ele com mais um daqueles paralelos de sentimentos repentinos.
De tudo sempre um doloroso aprendizado, uma facada bilateral direto no músculo cardíaco, ou apenas um bocado de risos por uma pisada em falso e um leve beliscão nas carnes.
De mais uma confiança um desapego, de mais uma ilusão uma decepção, de mais uma infinidade de coisas, um tijolo para a construção de uma imagem completamente mutante de mim mesmo.

sábado, 19 de novembro de 2011

I.P.




A sensação é bem estranha, me sinto como me desprendendo de algo nada concreto, para me jogar a uma realidade completamente paralela.
A sensação, por sua vez, é maravilhosa, parece que faço parte desse universo todo quando na verdade sou apenas um mero espectador dessa realidade desconjuntada.
Essa experiencia é inteira em sua magnitude, irritante em seu contexto, confusa no conjunto e divina por si só.
O que mais me intriga é justamente essa minha vontade e certeza de que tenho que fazer parte desse mundo particular e que talvez essa realidade toda não seja lá tão adversa e distante assim, acredito que já sou parte integrante desse mundo, só ainda não descobri.

Tempestade.



Prometi conter minha ansiedade e não pensar em nada que não passe de apenas uma ilusão.
Não quero construir um cenário perfeito com pessoas e lugares perfeitos, quero apenas sentir, o que já é querer demais.
Não quero sugar toda a energia do mundo, mais quero me jogar com toda a potencia que ele tiver a me oferecer.
Hoje não quero chorar e menos ainda lamuriar por qualquer coisa, não quero sentir raiva e nem me decepcionar e tão menos ser decepção.
Hoje vou ser apenas pleno, real, suficiente e extravagante. Quero deixar transbordar toda essa sensualidade, toda essa libido, quero ser devasso, vadio, rebelde. Quero ser irritante e irreverente, quero ser essa coisa clichê, blasé, habitue. Objeto de cobiça e de desdem. Quero ser a discórdia, a concórdia, o fim.
Hoje quero que o mundo saiba a que vim.
Hoje quero em algum lugar do mundo ser o medo, a dúvida, a loucura, a obsessão, quero o caos.
Hoje se aproxima mais uma tempestade nuclear. Hoje eu sou a tempestade. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

(des) vontades.

A vontade nada mais é do que algo que criamos, construímos. E como tudo aquilo que é criado pode ser destruído, nada nos impede de por um fim.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Confused

Hoje acordei com a convicção de que mais uma vez estou envolto em meus desvaneios “efeitisticos”. Isso seria normal, três ou quatro vezes por ano isso me ocorre, dura acerca de um mês, acaba e logo vem mais um.
Geralmente começam da mesma forma, e não é diferente ao terminar. É tudo sempre cíclico, assimétrico e tem um curtíssimo prazo de validade.
O problema dessa vez, é que está fugindo tudo desse meu controle. Não começou da mesma forma e se já não bastasse, tem tirado o meu sono mais do que qualquer sensação anterior.