Ele tinha dificuldade em manter boas relações, tinha sim... Era dotado de uma extraordinária e impetuosa falsa arrogância, que o fazia ser seleto até mesmo com as pessoas que se sentavam ao seu lado.
Conheceu muitas pessoas, e por poucas delas se apaixonou. Mas foi paixão mesmo, dessas de amigos pra toda vida, mais dessas poucas, menos ainda ele conseguiu levar para sua longa vida de poucos anos. Ele sempre se disse pronto, igual fruta madura no pé. Mas nunca foi, nunca mesmo, sempre se comportou igual um cacho de banana verde. Assim foi com as amizades. Mas alguns mais seletos ainda, desses que se encaixavam nos “padrões” furados, outros nem tanto, uns fugindo da regra igual diabo da cruz, conquistaram com mais força seu coração.
Não daria pra não citar nome por nome, pessoa por pessoa, rosto por rosto, jeito por jeito, traço por traço, afeto por afeto, carinho por carinho, brincadeira por brincadeira, personalidade por personalidade, chatice por chatice, momentos por momentos; mas certamente tudo isso aqui viraria um contar da vida alheia, e não mais um contar de Louis.
Eu não aceito nada nem me contento com pouco. Eu quero muito, eu quero mais, eu quero tudo.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Meu ultimo.
Tratadista: Pessoas que escrevem sobre assuntos científicos.
Nome tão impróprio não existe.
Uma noite, coisas na cabeça, um computador, dores acumuladas, minha tangente.
Eis que vazam pelo coração todas as minhas dores e alegrias, eis que escoam pelas linhas toda a minha vida, eis que me encontro aqui, diante dessas paginas com textos e textos interminável completamente nu.
Do desespero os textos, as linhas as fotos.
Das felicidades o colorido, o vivo, o mágico, a dança das letras e palavras bem casadas com figuras memoráveis e de procuras incansáveis.
Cada palavra uma lembrança, cada lagrima uma dor e um alivio.
E de mortes, conquistas, pensamentos, dores e similares se criou o meu recanto, o meu melhor ouvinte.Ouvinte esse que não opina.Falso, mas o melhor ouvinte.
Esse hoje, o meu amigo e falso ouvinte eu digo Adeus.
Não Adeus de "até nunca mais", mas Adeus de "preciso olhar por novos prismas"
Certa vez, disse Eugênio de Andrade em seu texto intitulado "Adeus":
"E já te disse: as palavras estão gastas"
E realmente estão.
Já não me preenche mais olhar para meu umbigo, e dizer a ele todas as coisas que quero dizer. Já não serve mais fazer do meu teclado meu divã.
Quero falar sim, mais falar do mundo, das pessoas e seus hábitos.
Cansei da redundância de só eu, cansei desse mundo de só eu.
Não sou ingrato, e muito menos me arrependo de cada linha que escrevi aqui.Só acho que agora não cabe mais a mim ser tão transparente assim.
Lembro-me bem de cada coração que esse tal de tratadista tocou, de cada pessoa que ele uniu, de todas as revelações que ele fez.
O personagem se fez carne, saiu de si, tomou às rédeas, se fez valer, quis ser de verdade. Mas tudo há conseqüências. Se fez vivo, seu tempo passou... Hoje só lhe resta o descanso nas palavras doces/amargas que pronunciou.
Sem delongas, sem justificativas, sem porquês, pra que e sem fim.
Seu tempo acabou Tratadista.
Descanse, até breve.
Nome tão impróprio não existe.
Uma noite, coisas na cabeça, um computador, dores acumuladas, minha tangente.
Eis que vazam pelo coração todas as minhas dores e alegrias, eis que escoam pelas linhas toda a minha vida, eis que me encontro aqui, diante dessas paginas com textos e textos interminável completamente nu.
Do desespero os textos, as linhas as fotos.
Das felicidades o colorido, o vivo, o mágico, a dança das letras e palavras bem casadas com figuras memoráveis e de procuras incansáveis.
Cada palavra uma lembrança, cada lagrima uma dor e um alivio.
E de mortes, conquistas, pensamentos, dores e similares se criou o meu recanto, o meu melhor ouvinte.Ouvinte esse que não opina.Falso, mas o melhor ouvinte.
Esse hoje, o meu amigo e falso ouvinte eu digo Adeus.
Não Adeus de "até nunca mais", mas Adeus de "preciso olhar por novos prismas"
Certa vez, disse Eugênio de Andrade em seu texto intitulado "Adeus":
"E já te disse: as palavras estão gastas"
E realmente estão.
Já não me preenche mais olhar para meu umbigo, e dizer a ele todas as coisas que quero dizer. Já não serve mais fazer do meu teclado meu divã.
Quero falar sim, mais falar do mundo, das pessoas e seus hábitos.
Cansei da redundância de só eu, cansei desse mundo de só eu.
Não sou ingrato, e muito menos me arrependo de cada linha que escrevi aqui.Só acho que agora não cabe mais a mim ser tão transparente assim.
Lembro-me bem de cada coração que esse tal de tratadista tocou, de cada pessoa que ele uniu, de todas as revelações que ele fez.
O personagem se fez carne, saiu de si, tomou às rédeas, se fez valer, quis ser de verdade. Mas tudo há conseqüências. Se fez vivo, seu tempo passou... Hoje só lhe resta o descanso nas palavras doces/amargas que pronunciou.
Sem delongas, sem justificativas, sem porquês, pra que e sem fim.
Seu tempo acabou Tratadista.
Descanse, até breve.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Conto
O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu.
'Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda'.
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem penso mais nisso - disse-lhe o homem. - Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!
Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros. Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual.
Autor desconhecido.
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu.
'Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda'.
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem penso mais nisso - disse-lhe o homem. - Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!
Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros. Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual.
Autor desconhecido.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Sonho meu.
Essa noite tive um sonho.
Sonhei como muito não fazia.
Em meus braços você ria,
Ainda estávamos cansados,
Eu saciado do teu corpo,
Suas mãos descansavam em meu peito,
Sentia a paz do mundo,
A tua pele em meu rosto,
O teu jeito ainda cansada,
Te observava de olhos fechados,
Aos poucos minhas mãos te tocavam,
Queria gravar em minha mente,
Cada centímetro do teu corpo,
Amava,
Teu cheiro, teu gosto,
Afagava teus cabelos tentando te fazer me notar,
Te sentia de olhos fechados relaxar,
Sorrindo te acariciava novamente,
Parava um pouquinho e te via se mexer como que a procura do afago,
Rindo ao final me abraçavas firme e assim ficávamos,
Escoavam minutos, horas,
Todo o tempo do mundo,
Cada segundo e o desejo,
Minha fome de teu amor.
Acordei e senti o frio dos meus lençóis, sentia o teu perfume assombrando as minhas lembranças, a saudade arranhando minha alma,
Sei de todos os erros, nem sei ao certo o que aconteceu, sei que te perdi,
O teu jeito mudo me deixou sem saber como confiar,
Nem sei como explicar o que aconteceu,
Sei que me sinto só,
Sem respostas,
Sei que te amo,
Posso até parecer piegas, mas nunca disse isso antes,
Sempre disse a verdade, assim por mais que doece nunca fingi amar,
Se te confessei que te amo.
Quantas vezes passei para ter a coragem de falar,
Tentei te esquecer pois talvez assim fosse melhor,
Mas eu te amo,
Essa certeza me assusta,
Me sinto só,
Ai tento novamente te fazer parar,
Mas tudo sai errado,
Você some e eu fico aqui,
Entre linhas, frases, e muita pena de mim.
Sonhei como muito não fazia.
Em meus braços você ria,
Ainda estávamos cansados,
Eu saciado do teu corpo,
Suas mãos descansavam em meu peito,
Sentia a paz do mundo,
A tua pele em meu rosto,
O teu jeito ainda cansada,
Te observava de olhos fechados,
Aos poucos minhas mãos te tocavam,
Queria gravar em minha mente,
Cada centímetro do teu corpo,
Amava,
Teu cheiro, teu gosto,
Afagava teus cabelos tentando te fazer me notar,
Te sentia de olhos fechados relaxar,
Sorrindo te acariciava novamente,
Parava um pouquinho e te via se mexer como que a procura do afago,
Rindo ao final me abraçavas firme e assim ficávamos,
Escoavam minutos, horas,
Todo o tempo do mundo,
Cada segundo e o desejo,
Minha fome de teu amor.
Acordei e senti o frio dos meus lençóis, sentia o teu perfume assombrando as minhas lembranças, a saudade arranhando minha alma,
Sei de todos os erros, nem sei ao certo o que aconteceu, sei que te perdi,
O teu jeito mudo me deixou sem saber como confiar,
Nem sei como explicar o que aconteceu,
Sei que me sinto só,
Sem respostas,
Sei que te amo,
Posso até parecer piegas, mas nunca disse isso antes,
Sempre disse a verdade, assim por mais que doece nunca fingi amar,
Se te confessei que te amo.
Quantas vezes passei para ter a coragem de falar,
Tentei te esquecer pois talvez assim fosse melhor,
Mas eu te amo,
Essa certeza me assusta,
Me sinto só,
Ai tento novamente te fazer parar,
Mas tudo sai errado,
Você some e eu fico aqui,
Entre linhas, frases, e muita pena de mim.
domingo, 21 de março de 2010
Seco.

Eu não sei mais o que...
O que faço,como faço ,pra que faço.
Eu não sei onde ir,quando ir e se ir.
Eu não consigo ser bom assim como já fui um dia,eu não consigo e não quero,por que pra ser bom,deve haver um motivo, e quais motivos tenho eu pra ser assim?
Não quero ser um gentleman,deixar que passem na minha frente,dar lugar no ônibus e carregar as comprar da senhora.No que o mundo me recompensa?!Ser ruim as vezes é bom,faz co m que seja respeitado,admirado,idolatrado e lembrado por todos.Quero ser ruim.Por favor,sequem minha alma.
Onde ponho minhas mãos?Posso me sentar?Onde coloco minhas malas?A entrada é por aqui?Posso te perguntar uma coisa?Não quero viver de diálogos fúteis,palavras sem sentido ou meias palavras,quero ser direto,reto,franco,curto,grosso.
Até quando...Agüentar,comer,rezar,ler,falar,olhar,fingir,voltar,repetir,dizer,redizer,e dizer outra vez,tentar,desdentar,andar,parar,olhar pra traz,continuar...Quero ser cético,deselegante,incrédulo,canibal.
Eu cresci,eu nasci,e vivi até aqui.Fui bom,fui gente descente,e qual minha recompensa?Olha pra mim,quem sou eu?Qual o meu valor?O que é valor?Não é de valores que se vive!
Quero ser tudo isso e mais um pouco.Quero?!
Bom,o mundo nos faz assim,desvirtua nossas crenças intrínsecas,arranca o nosso pouco de caráter e nos faz ser seres humanos na sua melhor face.
POR FAVOR,SEQUEM A MINHA ALMA.
O que faço,como faço ,pra que faço.
Eu não sei onde ir,quando ir e se ir.
Eu não consigo ser bom assim como já fui um dia,eu não consigo e não quero,por que pra ser bom,deve haver um motivo, e quais motivos tenho eu pra ser assim?
Não quero ser um gentleman,deixar que passem na minha frente,dar lugar no ônibus e carregar as comprar da senhora.No que o mundo me recompensa?!Ser ruim as vezes é bom,faz co m que seja respeitado,admirado,idolatrado e lembrado por todos.Quero ser ruim.Por favor,sequem minha alma.
Onde ponho minhas mãos?Posso me sentar?Onde coloco minhas malas?A entrada é por aqui?Posso te perguntar uma coisa?Não quero viver de diálogos fúteis,palavras sem sentido ou meias palavras,quero ser direto,reto,franco,curto,grosso.
Até quando...Agüentar,comer,rezar,ler,falar,olhar,fingir,voltar,repetir,dizer,redizer,e dizer outra vez,tentar,desdentar,andar,parar,olhar pra traz,continuar...Quero ser cético,deselegante,incrédulo,canibal.
Eu cresci,eu nasci,e vivi até aqui.Fui bom,fui gente descente,e qual minha recompensa?Olha pra mim,quem sou eu?Qual o meu valor?O que é valor?Não é de valores que se vive!
Quero ser tudo isso e mais um pouco.Quero?!
Bom,o mundo nos faz assim,desvirtua nossas crenças intrínsecas,arranca o nosso pouco de caráter e nos faz ser seres humanos na sua melhor face.
POR FAVOR,SEQUEM A MINHA ALMA.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Bem vinda,estrelinha.
Neste dia, em 1560 foi fundada a cidade de Guarulhos, enquanto em 1863 nasce o futebol moderno, 1980 John Lennon é assassinado por um fã, assim como em 1626 nasce a rainha Cristina da Suécia. Porém, nenhuma dessas datas marcara tanto a história como o dia 8 de dezembro de 2009, onde nasce a tão esperada estrelinha Maria Eduarda.
Essa data talvez não seja lembrada pelos historiadores e muito menos constará nos arquivos do Google, mas certamente marcará a historia de muitas vidas,assim como a minha,que a tempos acompanho e sigo a fiel”pequena leitora”.
São raras as vezes que o Tratadista se perde em seus textos, raro ainda aquelas em que a emoção se torna tão grande que faltam as palavras na hora do escrever, mas esse registro me emociona de forma tão intensa que as palavras correm soltas, e já não são mais meus dedos que aqui digitam as palavras, mais sim o meu coração e meus sentimentos.
De tudo o que escreve, ou meu coração escreve, ou meu sentimento escreve, ou meu espírito, ou sei lá o que, o que mais quero desejar a nossa (com o Maximo de intimidade, se assim posso chamá-la) estrelinha e que brilhe com toda sua força, com a força da mãe, com a força do pai, dos avós e de toda a família que mesmo sem conhecer sei que tem uma luz como poucas, e que essa estrela linda seja uma estrela de paz e que traga aos nossos corações todo o amor de Deus, que á enviou para ser um anjo na terra.
A esse anjo, peço apenas que siga os passos da mãe, e que seja tão iluminada e especial como ela, e que um dia possa me dar a imensa felicidade de me presentear com um abraço...
Brilhe minha estrela, mostre para o mundo o seu valor.
Com todo o carinho e amor, a tão ilustre Estrelinha Maria Eduarda.
O tratadista.
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